TriMmmmMMMmmmMM...
TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC TIC TAC
E O DIA PASSOU....
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
domingo, 4 de outubro de 2009
vestindo a sua língua
sábado, 26 de setembro de 2009
Adeus, poeta!
Tenho um sol que delira.
Com sua sombra me domina!
Que treme o inferno.
Que geme quando suspira!
Tenho sua boca, nosso beijo.
Tenho seus olhos que me perco.
E os sinos contrõem a minha laranjeira!
Dançando ao som de safadeza peregrina.
Tenho sonhos com seus seios.
Vibra me a noite no vaporoso sonhar.
Das gaivotas do mar.
Me afogo ao me entregar!
Vou me desmaiar de amor,
Ó minha flor que no peito dormias.
Ao frio clarão da lua.
Te entrego as minha melodias!
Auíri Tiago
Com sua sombra me domina!
Que treme o inferno.
Que geme quando suspira!
Tenho sua boca, nosso beijo.
Tenho seus olhos que me perco.
E os sinos contrõem a minha laranjeira!
Dançando ao som de safadeza peregrina.
Tenho sonhos com seus seios.
Vibra me a noite no vaporoso sonhar.
Das gaivotas do mar.
Me afogo ao me entregar!
Vou me desmaiar de amor,
Ó minha flor que no peito dormias.
Ao frio clarão da lua.
Te entrego as minha melodias!
Auíri Tiago
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Sem maiS delongaS
.
.
(sente o som do "ese")
.
.
A sensibilidade que banha o meu sinal
não é visto pela sina da sua vida levada a sátira safada da
solitude quando não estou com você.
Sabia que o sabiá assobia
a canção de saudade soada pelas simples sílabas sortudas do seu nome?
Sorria, o nosso sabá vai ter sapatiado.
Se você me saborear no sabádo.
Sabotar aquele plano sacana de solidão.
Me fazer um cafuné.
E dizer que sempre soube que me amava.
As vezes eu só preciso de um carinho, da sua mão.
Suspiro pela sombra da semente que plantei no seu coração.
O sinônimo da nossa samsara é a sinopse sênica da superdose
que necessito de você todo dia.
É superficial dizer que na sorrateira noite, meus sonhos te solicitam.
Na minha seleção o único sossego que encontro é a sensação de
saber que somente sua sintonia afasta meus sombrios sulídeos.
E a solidez me vem nos seus suaves braços santificados.
Somos senhos suavizando, semeando e servindo os desejos do meu
siar sorrateiro pra te sentir e conseguir te descobrir.
Auíri Tiago
.
(sente o som do "ese")
.
.
A sensibilidade que banha o meu sinal
não é visto pela sina da sua vida levada a sátira safada da
solitude quando não estou com você.
Sabia que o sabiá assobia
a canção de saudade soada pelas simples sílabas sortudas do seu nome?
Sorria, o nosso sabá vai ter sapatiado.
Se você me saborear no sabádo.
Sabotar aquele plano sacana de solidão.
Me fazer um cafuné.
E dizer que sempre soube que me amava.
As vezes eu só preciso de um carinho, da sua mão.
Suspiro pela sombra da semente que plantei no seu coração.
O sinônimo da nossa samsara é a sinopse sênica da superdose
que necessito de você todo dia.
É superficial dizer que na sorrateira noite, meus sonhos te solicitam.
Na minha seleção o único sossego que encontro é a sensação de
saber que somente sua sintonia afasta meus sombrios sulídeos.
E a solidez me vem nos seus suaves braços santificados.
Somos senhos suavizando, semeando e servindo os desejos do meu
siar sorrateiro pra te sentir e conseguir te descobrir.
Auíri Tiago
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Mim ter nojo de mim
A massa é burra.
Existem dois ffs na sociedade.
Foder e furtar.
A poesia fica pra outro dia.
Que mundo é esse?
Ensinam na escola a passar o outro pra trás e depois tirar sarro por isso?
Pegar o que não é seu é sinônimo de esperteza?
Não me congele, por favor.
Meu suspiro agora é longo. Não trago rancor nem raiva.
Apenas nojo desse mundo, das pessoas que nele vivem.
Todas com a consciência blindada, achando que tudo é normal, e que se eu tenho um carro do ano, um salário gordo no fim do mês, casa no bairro luxuoso e pessoas para me bajularem que se exploda o resto.
Egoístas, isso sim. Mergulhados no próprio umbigo, e mamando nas tetas da divina justiça. Encostam a cabeça no travesseiro e dormem como se nada tivesse acontecendo.
O mundo é muito lento pra mim.
Não quero me contaminar com esses pensamentos mesquinhos que cospem todo dia na minha cara.
Vou fazer uma bolha e me trancar. Nietzsche já dizia que as pessoas quando descobrem a merda de mundo que vivem se trancam, acredito saber muito bem como ele descobriu isso.
Pessoas interessantes preferem não se contaminar com o ar.
Por isso a possibilidade de se encontrar alguém inteligente na rua cada vez é mais rara.
A bola que gira vem a muito tempo rodando. E as filas não me assustam mais. O infinito está preso no cofre em que a humanidade insite em cultuar. A água que bebo vem do poço da liberdade aprisionada por uma responsabilidade de querer mudar o mundo e não conseguir.
Indecente é ser inocente, crer na palavra de honra dessa gente, esperar uma chuva de estrelas cadentes e fazer um pedido para ser atendido. A carne é franca, honestidade demais chama atenção, e o santo desconfia. O coração de gelo do homem nunca esquenta e se o tempo é frio só serve de desculpa para jogar a culpa em mais alguém.
Diga-me meu amor, por que eles nunca estão satisfeitos?
Batem no peito e escrevem democracia com dois "ss".
Dinheiro é o Deus na terra.
E o inferno é o dia a dia.
Bem vindos ao espetáculo. Quero assistir tudo dormindo, enquanto me afagam com uma mão, me envenenam com a outra e eu fico aqui na minha bolha, até eu acordar e alguém a estourar.
Faço um elogio à desobediência e é mágico como tudo se transforma.
Não tem bonito nem feio. O que existe é MALANDRAGEM.
Boa noite
Existem dois ffs na sociedade.
Foder e furtar.
A poesia fica pra outro dia.
Que mundo é esse?
Ensinam na escola a passar o outro pra trás e depois tirar sarro por isso?
Pegar o que não é seu é sinônimo de esperteza?
Não me congele, por favor.
Meu suspiro agora é longo. Não trago rancor nem raiva.
Apenas nojo desse mundo, das pessoas que nele vivem.
Todas com a consciência blindada, achando que tudo é normal, e que se eu tenho um carro do ano, um salário gordo no fim do mês, casa no bairro luxuoso e pessoas para me bajularem que se exploda o resto.
Egoístas, isso sim. Mergulhados no próprio umbigo, e mamando nas tetas da divina justiça. Encostam a cabeça no travesseiro e dormem como se nada tivesse acontecendo.
O mundo é muito lento pra mim.
Não quero me contaminar com esses pensamentos mesquinhos que cospem todo dia na minha cara.
Vou fazer uma bolha e me trancar. Nietzsche já dizia que as pessoas quando descobrem a merda de mundo que vivem se trancam, acredito saber muito bem como ele descobriu isso.
Pessoas interessantes preferem não se contaminar com o ar.
Por isso a possibilidade de se encontrar alguém inteligente na rua cada vez é mais rara.
A bola que gira vem a muito tempo rodando. E as filas não me assustam mais. O infinito está preso no cofre em que a humanidade insite em cultuar. A água que bebo vem do poço da liberdade aprisionada por uma responsabilidade de querer mudar o mundo e não conseguir.
Indecente é ser inocente, crer na palavra de honra dessa gente, esperar uma chuva de estrelas cadentes e fazer um pedido para ser atendido. A carne é franca, honestidade demais chama atenção, e o santo desconfia. O coração de gelo do homem nunca esquenta e se o tempo é frio só serve de desculpa para jogar a culpa em mais alguém.
Diga-me meu amor, por que eles nunca estão satisfeitos?
Batem no peito e escrevem democracia com dois "ss".
Dinheiro é o Deus na terra.
E o inferno é o dia a dia.
Bem vindos ao espetáculo. Quero assistir tudo dormindo, enquanto me afagam com uma mão, me envenenam com a outra e eu fico aqui na minha bolha, até eu acordar e alguém a estourar.
Faço um elogio à desobediência e é mágico como tudo se transforma.
Não tem bonito nem feio. O que existe é MALANDRAGEM.
Boa noite
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
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